sexta-feira, 27 de novembro de 2009

RAPIDINHAS: O PRIMEIRO A GENTE NUNCA ESQUECE

O primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo da América Latina, que acontecerá na próxima terça-feira em Buenos Aires (Argentina), gerou uma onda de ações para conseguir decisões judiciais semelhantes.

"Depois que, no dia 1º de dezembro, acontecer nosso matrimônio civil, começará uma campanha com a instalação de mesas nas principais cidades do país para que casais do mesmo sexo possam ser ajudados", anunciou Alejandro Freyre, de 39 anos.

Não faltará "trabalho" para a juíza María Di Bello, que autorizou o casamento entre os dois homens argentinos. Los hermanos arrasando! Enquanto que por aqui...

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

RAPIDINHAS: EM TEMPOS DE CALOR, "NEVE"

Acontece nesse sábado (21.Novembro) às 19h, no Museu da Língua Portuguesa (SP) o "Ciclo de Leituras Teatrais sobre Homoerotismo e Sexualidade" dentro do Festival LGBT que acontece em SP. No ciclo, a presença de um velho amigo de F40, o dramaturgo multi-facetado LUCIANNO MAZA, com o texto inédito Neve. Nos vemos lá!

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

RAPIDINHAS: ORGULHO


Depois de enfrentar uma série de problemas que incluiu a quase proibição do evento, aconteceu para comemoração de toda Comunidade LGBT a PARADA DO ORGULHO GAY DE DUQUE DE CAXIAS (RJ): Mais orgulho, impossível. Apesar de contar com uma verba bem menor que a Parada que aconteceu em Copacabana e de ter menos exposição, a Parada de Caxias foi um exemplo. Diferente da de Copacabana onde números são discordantes e alterados, tanto a Polícia Militar quanto a organização concordaram na estimativa de 200 mil pessoas. Apesar da determinação do juiz da Vara de Infância , da Juventude e do Idoso de Duque de Caxias que proibiu a participação de menores, muitas crianças circularam pelo evento, um exemplo de cidadania. Mais do que qualquer filme, mais do que muitos de nós julgamos ser as Paradas (vide nossa última enquete onde numa vitória apertada percebe-se que existe uma certa descrença na força política desse tipo de evento no país), é possível sim fazer das Paradas um exercício de Cidadania e Direitos Humanos. Palmas para a organização LGBT de Duque de Caxias.

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